2017/2018

Não tenho palavras pra descrever meu 2017. E se engana quem acha que foi as mil maravilhas.
Como todo ano, estipulei metas, e logo vieram vários desafios.
Os 18 chegaram. Sei que pra muitos não isso não muda muito, mas pra mim mudaram as responsabilidades. De alguma forma ganhei mais liberdade e assumi os riscos.
Definitivamente não sou mais adolescente.
A vida me deu várias oportunidades pra realizar minhas metas, e quando eu tinha perdido as esperanças, consegui realizar todas.
Entrei na faculdade. Não que seja a dos meus sonhos, mas não sou infeliz por isso, muito pelo contrário, sou grata pelo que posso ter.
Ganhei pessoas novas e incríveis na minha vida – outras nem tanto – perdi amigos e o destino quis que eu reconquistasse amizades antigas. Aprendi que sem dúvida todos que entram na sua vida ou saem dela não é por acaso.
Aprendi também que as coisas acontecem no momento certo – parece clichê, eu também achava, mas é pura verdade.
Mais do que nunca, senti muita saudade do meu avô.
Ganhei um emprego que também não é o dos sonhos, mas é o que muita gente gostaria de ter, fico feliz, e imensamente grata por isso.
Conquistei o meu carro, com ajuda e sacrifício, mas conquistei.
E por fim, pude conhecer a cidade maravilhosa que desde pequena sempre sonhei, e da melhor forma possível, com o amor da minha vida.
Ah, e esse ano me senti a mulher mais amada e apaixonada do mundo.
Quem se imagina assim aos 18?
Me tornei a pessoa que gostaria de ser, e estou do jeito que gostaria de estar.
Não tenho como agradecer por esse ano.
18 é meu número.
Espero que 2018 também seja meu ano.

 

 

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